domingo, 1 de outubro de 2017

Have a Best Friend Who Will Never Let Me Down



A minha melhor amiga é uma espécie de mãe para mim. É mesmo uma pessoa a quem eu sinto que posso contar tudo. Também sinto que o posso fazer à minha mãe efectiva, obviamente, mas é uma mãe diferente, esta, sem deixar de ser como uma mãe. Alegra-se quase mais do que eu pelas coisas boas que me acontecem e faz tudo para estar ao meu lado quando preciso dela. Espero que a minha vida me dê oportunidade de continuar a alimentar a nossa amizade, pois não a quero perder por nada. Sei que deseja o melhor para mim e que é do fundo do coração que o diz. Eu desejo o mesmo para ela e angustia-me saber que algo não está bem na sua vida. O seu maior defeito é não saber dizer que não às pessoas. Dá tudo de si até se esgotar e depois sente-se culpada por não conseguir dar mais. Acho que ela está a aprender a dosear isso. Mas sei que lhe é muito difícil dizer que não aos que ela gosta realmente. Mas é selectiva; muito. Não é qualquer pessoa que tem a atitude que ela considera digna dela e tem critérios apertados. Mesmo assim, tem um nunca mais acabar de amigos. Tem uma boa antena para captar boas pessoas, mas no crivo apertado dela às vezes também passam más pessoas, que ela insiste em ver coisas boas e o melhor que têm a dar. Más pessoas, salvo seja, que essas coisas são sempre relativas. Mas é poderosa. As pessoas querem ser amigas dela. Ela consegue dispensar prestígio, honra e dignidade a quem se chega a ela. Eu sei que é assim que as pessoas se sentem, eu vejo e percebo isso. É uma pessoa muito especial, eu acho. Não é perfeita, como ninguém é, mas para mim é uma amiga preciosa que espero vir a conseguir ajudar um pouco mais nos próximos tempos. Acho que já nos demos muito uma à outra, mas espero que esteja para breve eu conseguir ajudá-la como tentei em certa altura e não consegui, pelo menos não como gostaria.